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Apostas online e trabalho: o que as empresas podem observar

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Apostas online e trabalho: o que as empresas podem observar

As apostas online passaram a ocupar espaço crescente na rotina financeira e digital dos brasileiros. Para parte das pessoas, o comportamento permanece ocasional. Para outras, as perdas, o endividamento e a dificuldade de reduzir ou interromper as apostas podem produzir impactos que ultrapassam a vida financeira e alcançam o sono, o humor, os relacionamentos e a rotina profissional.

Quando esses efeitos aparecem no trabalho, a empresa precisa agir com cuidado. Faltas, afastamentos, dificuldades de concentração ou mudanças de comportamento podem ter diversas causas e não autorizam, por si só, concluir que o trabalhador possui problema com apostas.
Ao mesmo tempo, ignorar sinais de sofrimento também não é a melhor resposta. O desafio está em oferecer apoio, preservar a privacidade e distinguir problemas pessoais de fatores de risco que efetivamente decorrem das condições e da organização do trabalho.
Neste artigo, a Medivo explica o que estudos recentes mostram sobre a relação entre apostas online e trabalho, quais repercussões podem aparecer na rotina profissional e quais limites a empresa deve respeitar ao lidar com o tema.

Resposta direta: o que as empresas podem observar?



Apostas problemáticas podem repercutir na vida financeira, emocional e social do trabalhador e, em alguns casos, esses efeitos podem aparecer no ambiente profissional por meio de faltas, afastamentos, dificuldades funcionais, preocupação constante ou sofrimento emocional.

Essas manifestações, entretanto, não identificam a causa. Absenteísmo, queda de desempenho, alterações de humor ou pedidos de afastamento podem estar relacionados a diferentes fatores pessoais, familiares, sociais, clínicos ou ocupacionais.

Por isso, a empresa não deve investigar a vida privada do trabalhador, presumir a existência de um transtorno relacionado às apostas ou transformar indicadores gerais em um sistema de identificação de quem aposta.

O papel mais adequado é observar aquilo que ocorre no ambiente de trabalho, oferecer canais de apoio quando houver sofrimento e atuar sobre os fatores que estejam efetivamente relacionados à organização e às condições de trabalho.

O que o estudo de 2026 encontrou sobre apostas e trabalho?



Um estudo nacional realizado em 2026 pelo IFEPEC, Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa ligado à Febrafar, em parceria com o NEIT da Unicamp e o Instituto Axxus, analisou impactos econômicos, sociais e de saúde associados às apostas online.

A pesquisa foi estruturada em duas frentes. Uma delas ouviu 1.500 apostadores das classes C, D e E. A outra reuniu respostas de 2.020 profissionais de saúde mental, entre psiquiatras, neurologistas e psicólogos, sobre pacientes que apostavam.

Na percepção desses profissionais, entre os pacientes que apostavam, 41% faltavam ao trabalho, 38% apresentavam afastamentos temporários e 36,8% haviam perdido o emprego em situações relacionadas à obsessão pelo jogo ou à busca por dinheiro para continuar apostando.

Esses percentuais não representam a prevalência desses problemas entre todos os trabalhadores ou entre todos os apostadores. Eles refletem a percepção dos profissionais de saúde mental sobre pacientes que apostavam e que estavam inseridos em contexto de atendimento clínico.

Essa distinção é importante porque o estudo não permite concluir que determinada proporção da população trabalhadora faltará, será afastada ou perderá o emprego por causa das apostas. Os dados mostram que o problema pode produzir repercussões relevantes na vida profissional de parte das pessoas afetadas, mas não autorizam generalizações.

Como problemas financeiros e emocionais podem repercutir no trabalho?



As apostas podem afetar diferentes dimensões da vida de uma pessoa quando passam a gerar perdas recorrentes, endividamento, preocupação constante, dificuldade de controle ou outros prejuízos relevantes na rotina.

Esses problemas podem coexistir com alterações no sono, estresse, conflitos familiares, sofrimento emocional e preocupações financeiras que acompanham o trabalhador durante a jornada.

No ambiente profissional, isso pode aparecer como dificuldade de concentração, queda temporária de rendimento, faltas ou necessidade de afastamento. Entretanto, nenhuma dessas manifestações é específica de problemas relacionados a apostas.

As mesmas situações podem decorrer de doenças, dificuldades familiares, problemas financeiros de outras origens, condições sociais ou fatores relacionados ao próprio trabalho. Por isso, a empresa deve evitar interpretações automáticas sobre a causa de uma mudança de comportamento ou de desempenho.

O ponto central é reconhecer que sofrimento financeiro ou emocional pode repercutir na vida laboral sem transformar essa repercussão em diagnóstico ou presunção sobre a vida privada do trabalhador.

Quando e onde buscar ajuda?



Quando as apostas começam a provocar perda de controle, endividamento, conflitos, sofrimento emocional ou prejuízos importantes na rotina, buscar apoio profissional pode ser necessário.

O atendimento pode ocorrer pela rede de saúde, incluindo serviços do SUS e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), conforme a necessidade de cada pessoa.

Em situações de sofrimento emocional intenso, também é possível procurar apoio pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo telefone 188.

No ambiente de trabalho, a empresa pode informar canais de apoio e facilitar o acesso à assistência quando houver necessidade, preservando a confidencialidade e sem assumir o papel de diagnosticar ou investigar o comportamento pessoal do trabalhador.

Este artigo tem finalidade informativa e não substitui avaliação ou atendimento individual por profissionais de saúde.

Apostas online são um fator de risco psicossocial da NR-1?



Não por si só. O comportamento de apostar, o endividamento ou outros problemas pessoais do trabalhador não se transformam automaticamente em fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho.

No campo dos fatores de risco psicossociais, a NR-1 trata daqueles relacionados ao trabalho, considerando condições e aspectos da organização do trabalho. Nesse contexto podem aparecer, por exemplo, sobrecarga, baixa autonomia, conflitos, falta de suporte, jornadas inadequadas, assédio ou outras condições relacionadas ao modo como o trabalho é organizado e executado.

Por isso, a empresa não deve incluir automaticamente apostas online, dívidas pessoais ou dificuldades familiares do trabalhador como fatores de risco ocupacionais no PGR apenas porque esses problemas podem repercutir na rotina profissional.

Isso não significa que fatores pessoais e ocupacionais nunca possam coexistir. Uma pessoa pode enfrentar dificuldades financeiras, sofrimento emocional e, ao mesmo tempo, estar exposta a condições de trabalho que também exigem avaliação. O que deve ser evitado é presumir relação de causa sem análise adequada.

Quando a preocupação estiver relacionada a fatores produzidos pelas condições ou pela organização do trabalho, a empresa deve tratá-los dentro da gestão de riscos psicossociais aplicável.

O que a empresa não deve fazer diante da suspeita de problema com apostas?



A empresa não deve transformar mudanças de comportamento, faltas ou dificuldades de desempenho em uma investigação sobre a vida privada do trabalhador.

Também não é adequado presumir a existência de um transtorno relacionado às apostas, exigir explicações sobre gastos pessoais ou utilizar aplicativos, movimentações financeiras e outras informações privadas como forma de tentar identificar quem aposta.

O risco de rotulação é especialmente relevante porque faltas, queda de rendimento, irritabilidade, isolamento ou dificuldades financeiras podem ter muitas origens diferentes. Esses sinais não permitem concluir, isoladamente, que existe um problema relacionado a apostas.

A empresa também deve evitar transformar lideranças ou profissionais de RH em agentes de diagnóstico. Identificar transtornos relacionados às apostas ou outras condições de saúde exige avaliação profissional adequada.

A atuação empresarial deve se limitar àquilo que é relevante para a relação de trabalho, para a saúde e segurança no ambiente ocupacional e para o encaminhamento responsável quando houver necessidade de apoio.

O que a empresa pode fazer diante de sinais de sofrimento?



Quando um trabalhador demonstra sofrimento, dificuldade para manter sua rotina profissional ou necessidade de ajuda, a empresa pode adotar uma postura de acolhimento sem tentar descobrir ou confirmar qual é a causa do problema.

Isso pode incluir a divulgação de canais de atendimento, orientação para procura de serviços de saúde, encaminhamentos compatíveis com a estrutura da empresa e tratamento confidencial das informações compartilhadas pelo trabalhador.

Programas gerais de saúde, bem-estar e educação financeira também podem contribuir, desde que sejam oferecidos de forma ampla e não utilizados como instrumento para identificar, expor ou vigiar pessoas que possam estar enfrentando problemas com apostas.

Quando houver questões relacionadas ao desempenho, à frequência ou à capacidade para o trabalho, a empresa deve tratar essas situações pelos procedimentos apropriados, respeitando os limites entre gestão, saúde ocupacional e privacidade.

Da mesma forma, se forem identificadas condições do próprio trabalho que estejam contribuindo para sofrimento, essas condições precisam ser avaliadas e gerenciadas independentemente da existência de problemas pessoais do trabalhador.

Por que faltas, afastamentos e queda de desempenho não revelam a causa?



Absenteísmo, afastamentos, queda de desempenho ou mudanças de comportamento são fenômenos multicausais. Eles podem estar associados a condições de saúde, problemas familiares, dificuldades financeiras, fatores sociais, condições de trabalho ou à combinação de diferentes elementos.

Por isso, mesmo quando estudos mostram que pessoas afetadas por apostas problemáticas podem apresentar faltas ou afastamentos, esses indicadores não devem ser utilizados pela empresa para identificar ou presumir quem possui esse tipo de problema.

Uma elevação no absenteísmo de determinado setor, por exemplo, pode justificar uma análise das condições de trabalho, da organização da atividade e de outros fatores relevantes. Ela não permite concluir que o motivo esteja relacionado a apostas, endividamento ou qualquer outro aspecto da vida privada dos trabalhadores.

O mesmo cuidado vale para o desempenho. Uma alteração temporária pode ter diferentes explicações e precisa ser tratada a partir de fatos observáveis no contexto profissional, sem diagnósticos improvisados ou inferências sobre questões pessoais.

Essa distinção ajuda a empresa a atuar sobre problemas reais sem transformar indicadores de gestão em mecanismos de vigilância ou rotulação.

Como interpretar os dados sobre saúde mental e apostas?



Os dados sobre saúde mental apresentados no estudo de 2026 precisam ser interpretados de acordo com o grupo que foi pesquisado. Eles não representam diagnósticos ou prevalências aplicáveis a todos os apostadores brasileiros.

Na etapa realizada com profissionais de saúde mental, psiquiatras, neurologistas e psicólogos responderam sobre pacientes que apostavam e que já estavam inseridos em contexto de atendimento clínico. Portanto, os percentuais observados nesse grupo refletem uma população selecionada e não uma amostra geral de trabalhadores ou de pessoas que utilizam plataformas de apostas.

O estudo registrou estimativas relacionadas a depressão, transtornos de ansiedade e transtornos por uso de substâncias entre esses pacientes. Essas condições podem coexistir, por isso seus percentuais não devem ser somados e tampouco utilizados para calcular o risco de adoecimento de uma pessoa que aposta.

Para empresas, a principal conclusão não deve ser a tentativa de identificar transtornos a partir de comportamentos observados no trabalho. Os dados ajudam a demonstrar que problemas associados às apostas podem coexistir com sofrimento relevante e que, quando houver necessidade, o encaminhamento para atendimento profissional é mais adequado do que qualquer tentativa de diagnóstico pela organização.

A leitura responsável desses resultados exige sempre considerar quem foi pesquisado, como os dados foram obtidos e quais conclusões o desenho do estudo realmente permite sustentar.

E quando existe discussão sobre relação com o trabalho?



A existência de fatores pessoais, familiares, financeiros ou sociais não permite concluir, por si só, se um adoecimento possui ou não relação com o trabalho.

Da mesma forma, o fato de um trabalhador enfrentar problemas relacionados a apostas não elimina automaticamente a possibilidade de coexistirem fatores ocupacionais relevantes. A eventual relação entre adoecimento e trabalho exige avaliação técnica específica, considerando as condições efetivamente existentes e as evidências aplicáveis ao caso.

Por esse motivo, a empresa não deve utilizar a existência de um problema pessoal para presumir que determinado quadro não possui relação com o trabalho, nem fazer a conclusão oposta sem avaliação adequada.

A Medivo aborda essa distinção em maior profundidade no artigo Adoecimento Mental no Trabalho: quais provas a Justiça analisa?.

Como tratar o tema sem invadir a privacidade do trabalhador?



Uma abordagem adequada para o tema no ambiente corporativo é inseri-lo em ações gerais de saúde, bem-estar, educação e apoio, sem criar mecanismos voltados à identificação individual de quem aposta.

Comunicações internas podem abordar riscos financeiros, perda de controle, canais de ajuda e cuidados com a saúde de maneira ampla. Lideranças também podem ser orientadas a acolher relatos de dificuldade e encaminhar o trabalhador para os canais apropriados, sem realizar diagnósticos ou interrogatórios sobre sua vida pessoal.

Informações de saúde ou questões privadas eventualmente compartilhadas pelo trabalhador devem ser tratadas com confidencialidade e apenas dentro da finalidade necessária para o atendimento ou procedimento aplicável.

Quando a empresa identificar problemas relacionados à própria organização do trabalho, como sobrecarga, falta de suporte, conflitos, jornadas inadequadas ou outras condições ocupacionais, esses fatores devem ser avaliados independentemente da existência de dificuldades pessoais.

Para entender especificamente como os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho devem ser tratados dentro do gerenciamento ocupacional, veja o conteúdo da Medivo sobre Riscos Psicossociais no PGR: o que sua empresa precisa incluir.

Conclusão



As apostas online podem produzir impactos financeiros, emocionais e sociais que, em alguns casos, também repercutem na vida profissional. Isso não significa, entretanto, que faltas, afastamentos, queda de desempenho ou mudanças de comportamento permitam identificar a causa do problema.

Para as empresas, o principal cuidado é evitar diagnósticos, rotulações e investigações sobre a vida privada do trabalhador. Indicadores do ambiente profissional devem ser analisados dentro de seu contexto e podem possuir diversas explicações.

Também é importante separar apostas problemáticas dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho previstos na NR-1. Um problema pessoal não se transforma automaticamente em risco ocupacional, da mesma forma que a existência de um fator pessoal não autoriza ignorar condições inadequadas existentes no trabalho.

A atuação mais responsável envolve acolhimento, preservação da privacidade, divulgação de canais de apoio e gerenciamento adequado das condições que efetivamente pertencem ao ambiente de trabalho.

Quando as apostas estiverem provocando perda de controle, sofrimento emocional ou prejuízos importantes na rotina, buscar atendimento profissional é o caminho adequado. A rede pública de saúde, incluindo o SUS e os CAPS, pode oferecer apoio, e o CVV atende pelo telefone 188 em situações de sofrimento emocional intenso.

Perguntas frequentes sobre apostas online e trabalho

Apostas online são um risco psicossocial da NR-1?



Não por si só. A NR-1 trata de fatores de risco psicossociais relacionados às condições e à organização do trabalho. O comportamento de apostar, dívidas pessoais ou outros problemas da vida privada não se transformam automaticamente em riscos ocupacionais.

A empresa pode perguntar se o trabalhador aposta?



A empresa não deve utilizar perguntas sobre apostas como mecanismo de triagem, vigilância ou investigação rotineira da vida privada. Faltas, alterações de desempenho ou dificuldades financeiras não permitem presumir que a pessoa aposta ou que enfrenta um problema relacionado às apostas.

Faltas frequentes podem indicar problema com apostas?



Não é possível concluir isso apenas pelo absenteísmo. Faltas e afastamentos possuem diversas causas possíveis, incluindo questões de saúde, familiares, sociais, financeiras ou ocupacionais. O indicador deve ser analisado sem tentativa de diagnóstico ou rotulação individual.

Endividamento do trabalhador é responsabilidade da empresa?



O endividamento pessoal não se torna automaticamente responsabilidade da empresa. A organização pode oferecer ações gerais de educação financeira, saúde e bem-estar, mas deve preservar a autonomia e a privacidade do trabalhador.

O que a empresa pode fazer diante de sinais de sofrimento?



Pode oferecer acolhimento, divulgar canais de atendimento, orientar a busca por serviços de saúde e tratar com confidencialidade as informações compartilhadas. A empresa não deve diagnosticar transtornos relacionados às apostas nem investigar a vida pessoal para tentar identificar a origem do sofrimento.

Onde buscar ajuda para problemas relacionados às apostas?



Pessoas que estejam enfrentando perda de controle, sofrimento emocional ou prejuízos importantes relacionados às apostas podem procurar serviços do SUS, incluindo os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), conforme a necessidade. Em situações de sofrimento emocional intenso, o Centro de Valorização da Vida (CVV) atende pelo telefone 188.

Leia também



Para entender quais fatores psicossociais relacionados ao trabalho devem integrar o gerenciamento ocupacional, veja: Riscos Psicossociais no PGR: o que sua empresa precisa incluir.

Para compreender a diferença entre fatores pessoais, ocupacionais e a análise de nexo em casos de adoecimento mental, veja também: Adoecimento Mental no Trabalho: quais provas a Justiça analisa?.

Para acompanhar as obrigações relacionadas à gestão dos fatores de risco psicossociais no trabalho, consulte: NR-1 em vigor: sua empresa já avaliou os riscos psicossociais?.

Referências



IFEPEC; NEIT/UNICAMP; INSTITUTO AXXUS. Apostas Online no Brasil: um retrato dos impactos econômicos, sociais e de saúde. Pesquisa realizada entre junho e agosto de 2026. Resultados do estudo divulgados publicamente pelo Sincofarma-SP. Disponível em: Sincofarma-SP.

BRASIL. Ministério da Saúde. Campanha Nacional de Prevenção aos Danos das Apostas Online. A publicação aborda riscos associados ao uso problemático das plataformas de apostas e divulga serviços de acolhimento e tratamento disponíveis no SUS. Disponível em: Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Cuidado para Pessoas com Problemas Relacionados a Jogos de Apostas. Brasília, 2026. Documento elaborado para apoiar a Rede de Atenção à Saúde e a Rede de Atenção Psicossocial no cuidado de pessoas afetadas por problemas relacionados aos jogos de apostas. Disponível em: Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Não Aposte Sua Saúde. Informações sobre prevenção, redução de danos e atendimento pelo SUS, incluindo Unidades Básicas de Saúde e Centros de Atenção Psicossocial. Disponível em: Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A redação vigente desde 26 de maio de 2026 inclui expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais. Disponível em: Ministério do Trabalho e Emprego.
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Medivo Saúde Ocupacional
Redator do Site Medivo Saúde Ocupacional
Fundada em 2006 como ErgoFisio e consolidada após uma trajetória de inovação, a Medivo Saúde Ocupacional é referência em Medicina, Segurança e Qualidade de Vida no Trabalho. Com sede no Noroeste do Paraná, a empresa evoluiu de uma consultoria em ergonomia para se tornar a líder de mercado em SST (Saúde e Segurança do Trabalho). Premiada anualmente por sua excelência em gestão, a Medivo une conhecimento técnico avançado, ética e inovação para garantir conformidade e bem-estar às empresas parceiras.

GEORGE LUIS COELHO SILVA, escritor, advogado, fisioterapeuta do trabalho (CREFITO 8 – 72052 - F, técnico em segurança do trabalho (Ministério do Trabalho (Registro PR/005722. ), ESPECIALISTA EM ERGONOMIA (UFPR) e MESTRE em Biodinâmica do Movimento Humano (UEM). Ergonomista nível SÊNIOR Certificado pela Associação Brasileira de Ergonomia e fatores Humanos (ABERGO), inscrição 176, autor do livro Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho: 101 perguntas e respostas, conferencista convidado por Sindicatos, Conselhos de Classe e Órgãos Fiscalizadores do Poder Executivo, Legislativo e Judiciário. Especialização em curso pela PUC Paraná sobre IA em negócios.
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https://www.medivo.com.br/noticia/255/apostas-online-e-trabalho-o-que-as-empresas-podem-observar